Do País do Sol Levante

Plus de bricolage avec mon corps et mon esprit

Je suis abonnée du Correio Internacional. Le numéro de juillet 2018 annonce que le remarquable scientiste japonais Susumu Nishibe a mis fin à sa vie, c’est-à-dire, a commis suicide à 78 ans. Susumu Nishibe était un personnage majeur de la pensée conservatrice japonaise.

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Continuing thinking, reading and quoting from Isabel Allende on the process of getting an old fellow

Aware of the ugliness of her old body, Lucia

«felt much better when she was dressed. Aware of which colors and styles favored her, she kept to them rigorously and was able to purchase a complete outfit in twenty minutes, without ever allowing curiosity to distract her. Like photographs, the mirror was an implacable enemy, because both showed her immobile, with her flaws mercilessly exposed. She thought that if she had any attraction, it lay in movement, for she was flexible and had a grace that was unearned, since she had done nothing to forster it. She was as sweet-toothed and lazy as an odalisque, and if there had been any justice in the world, she would have been obese. (…)

Image associée
Quase não há mulher que escape…

She had an expressive face and knew how to apply makeup.

In short, she was satisfied with her appearence and resigned to the inevitable damages of age.» (p. 8)

Résultat de recherche d'images pour "mulheres velhas e gordas"
«Acordei velha…»
O teatro explora gostosamente os velhos.
Ceux qui n'ont pas lu «Les Jours Heureux» de Samuel Beckett, qu'ils n'y manquent pas avant de vieillir et de crever.

Back to the In the midst of Winter, is it not similar, what happens to men? Look to the picture below. And play the video.

What a pão*  Robert Redford  was when he was young. Play the video and see by yourself.  
Now, he is an old chap making his last appearance in a recent film…
In our book by Allende, Lucia asked the male character, Richard:

*Pão means bread. Used in Portuguese to talk about a handsome man.

«How do you see yourself in old age?»
«I'm already in it.»
«No, you have got a good ten years yet.»
«I hope I don't live too long, that would be awful. The ideal would be to die still in perfect health, say, around seventy-five, when my body and mind are functioning properly.»
«Sounds like a good plan», she said cheerfully.

To Richard, it was a serious plan. At seventy-five he would have to find an effective way of putting an end to it all. When the moment arrived, he would travel to New Orleans, where he could hear the music of the French Quartet's quirky characters. He intended to finish out his days playing the piano with some stupendous musicians, who would allow him to join their band out of pity, and lose himself in the blare of the trumpet and the saxophone, the exuberance of the African drums. And if this was to much to ask, well then he wanted to leave this world silently, seated beneath a dilapidated ceiling fan in an old-fashioned bar, comforted by the rhythms of a melancholy jazz tune, quaffing exotic cocktails with no thought of the consequences, because he would have the lethal capsule in his pocket.» (p.71-72)

In ALLENDE (Isabel) 2017,
In the midst of Winter

Tout ce qui était véritablement important a déjà été écrit.

Agora, é preciso agir.


Vieillir et s’en aperçevoir. All that really matters is already written. Who will take care of each of us when we will not be independent anymore?

La générosité et la gratitude ne sont plus des valeurs que l’on révérentie. We get older, ill and even desabled quicker when life has been particularly hard, la génétique aidant, of course. Le monde est devenu a jungle. La plupart des gens sont des brutes. Words and expressions such as « adorable », « precious », « the salt of earth » become rare to refer to someone or something. It is the empire of the bad manners, of cursing, being violent in acts and in words. Grannies and a great deal of other old people feel they are not good for anything anymore but, at the same time, are rejected if they do their best to even old, create, produce something… before they need themselves support and find nobody to provide it to them.

Cette malheureuse slippering flaminga, regardless of the Copy Rights, was adopted as my ex-libris. HOW OLD MAY SHE BE?


Old people who can read use to read a lot. In part to kill the time left between going to pension and passing away.

Well well, today I shall transcribe a couple of paragraphs from the English translation of a book entitled In the Midst of the Winter.

Just read and be aware at all the nasty signs that sooner or later will tell you «LOOK OUT! YOU’RE SENILE IN A WORN OUT (almost) CORPSE». By Isabel Allende translated in English by Nick Caistor and Amanda Hopkinson.

«Sooner or later she would return to end her days in Chile, but that was still quite a way off. And since her daughter, Daniela, had moved to Miami to study marine biology, and was possibly in love and planning to stay, there was nothing to draw Lucia back  to her home country. She intended to enjoy her remaining years of good health before she was defeated by decrepitude. She wanted to live abroad, where the daily challenges kept her mind occupied and her heart in relative calm, because in Chile she was crushed by the weight of the familiar, its routines and limitations. Back there she felt she was condemned to be a lonely old women besieged by pointless memories; another country, there could be surprises ans opportunities.» (p. 6 -7)

[About a certain Richard, professor at the same Center for Latin American and Carabbiean Studies… ]

«… Lucia still entertained the fantasies of a young girl despite the fact that she was almost sixty-two. She had a wrinckled neck, dry skin, and flabby arms; her knees were heavy; and she had become resigned to watching her waist desappear because she did not have the discipline to combat the process in the gym. Although she had youthful breasts, they were not hers. She avoided looking at herself naked…»
(p. 7 -8) (à suivre)

Ainda o Testamento Vital

Já descarregou a imagem? Ora tive eu tanto trabalho a construir um formulário intelegível e, mais parde, vim a saber que, entretanto, havia vários que se podiam , muito simplesmente, descarregar da Internet! Paciência.

Formulário a prencher e entregar no Registo do Testamento Vital

Mas é por isso mesmo que vale a pena vir espreitar o meu blogue, de vez em quando. Hoje, por exemplo, vou narrar as minhas aventuras por Coimbra com o objectivo de de REGISTAR O MEU TESTAMENTO VITAL.

Estava anunciado que o RENTEV, o Registo do Testamento Vital era, para os moradores do Baixo Mondego, um palacete lá para o cabo do Jardim Botânico que foi, outrora, a residência do Bispo de Coimbra, isto antes de ser maternidade, internamento de ortopedia e ainda, me parece, qualquer outra coisa que já não recordo.

Pois o local não era esse. Depois de uma conversa surrealista com a subordinada do serviço, ausente por doença, mas que era muito pouco versada no assunto e falava misturando ao léxico português uns vocábulos bizarros que se me afiguraram português do Brasil, a jovem lá foi inteirar-se no assunto.

Mas o caso chegou a estar
feio… É que eu não saía dali  antes de ter sido DEVIDAMENTE INFORMADA.

Dispenso-me de o citar aqui, porque de nada servirá a quem me lê por essa Europa fora, em Angola e no Brasil, na China, no Canadá ou nos Estados Unidos ou na Cooreia do Sul, países onde houve, sim senhor quem me lesse, o que significa que lê português e se interessa pela despenalização da eutanásia ou suicídio assistido.

Lá consegui que a imatura e mal treinada funcionária acedesse a ir esclarecer-se a fim de me esclarecer e, claro, quando voltou vinha acompanhada com outra funcionária, mais velha que, essa, sim, soube dar-me as informações necessária incluindo, claro está, o VERDADEIRO ENDEREÇO DO REGISTO DO TESTAMENTO VITAL EM COIMBRA.

Doença, degradação física e sofrimento
são a outra face da moeda do sofrimento
que nos é infligido pelos meios médicos.
São todos faces do MAL.

No local devido, fiquei a saber que foi concebido um programa informático específico para recolher os dados de todos os portugueses que desejem fazer e registar os seus Testamentos Vitais, que quem transcreve os dados do nosso exemplar para esse programa e assina como notário é um licenciado em Direito.

Todas as operações são feitas na nossa presença, incluindo a passagem de um recibo que atesta que naquele dia ali registámos o nosso Testamento Vital.

Passado algum tempo, recebi uma mensagem de e-mail informando que o meu Testamento Vital estava activado


algum tempo depois, já uma pessoa tinha ido consultar o meu Testamento Vital…

AQUI É QUE A PORCA COMEÇA A TORCER O RABO… quem é A PESSOA, de que só me é dado a conhecer um nome próprio e um apelido, A QUEM FOI CONSENTIDO CONSULTAR O MEU TESTAMENTO VITAL?




3 -Tudo se pode explicar e (quase) tudo se pode aprender…


_______________________Pense bem!__________________________________________________________________________________folha 4

…mesmo quando se é um animal de estimação…

cãozinho com audiophonesNo caso vertente, é forçoso reconhecer que o formulário apresentado no Diário da República é impróprio para consumo porque não tem as características de um impresso clarinho.

Claro que a tal obriga a norma de texto de que se trata.

A pertinência da minha tarefa partiu do pressuposto que os magníficos funcionários admninistrativos que vão receber, para já, o meu Testamento Vital,  não vão obstaculizar  o processo na base de uma bizarra argumentação forjada, no momento, em cima do joelho. Eu conto, depois de lá ter ido.

Básico é não esquecer que este exercício foi feito no quadro de prevenir, ao máximo, o sofrimento dos morituri

João Semedo deixou escrito «morre-se mal em Portugal».Eu não quero morrer mal,nem em um hospital,nem «ser desligada» quando outros, que não eu nem ninguém comigo relacionado, determinar.

Na década de setenta, o meu imoderado interesse pela antropologia social, levou-me a assistir a um filme que, se não me engano, se intitulava Ice. (Não garanto que seja este… mas era muito semelhante) Meio documentário, quase mudo, mostrava o modus vivendi tradicional dos Esquimós no Norte do Canadá. Havia, entre as personagens, uma anciã que declara, quando o grupo se prepara para retomar a marcha, que já não o acompanhará.

E justifica-se: os seus dedos já estão demasiado deformados para preparar os alimentos, já tem dificuldade em caminhar e já não tem dentes para curtir as peles e fabricar vestuário.

As suas alegações são aceites pacificamente pelo grupo. A velha mulher fica sozinha, sentada no meio da neve. Ali morrerá, sozinha. 

A fechar o filme, o realizador mostra a comunidade esquimó a afastar-se, deixando a idosa para trás.
Não é filme que se esqueça.

2 – O Testamento Vital no Diário da República


________________________________________________________________________________folha 1

Já andei à volta desta Lei, conforme vos lembrareis. Portanto, é ir refrescar as ideias na página de 27 de Julho passado, clicar nas expressões a azul e… « sacar » de lá o formulário das DAV (meu amigo, tem que se ir habituando às siglas…), preenchê-lo e ir entregá-lo (segurem-se bem, agora) no RENTEV.

Testamento vital – Testamento Vital

Testamento Vital formulário testamento vital

A dificuldade de preenchimento do formulário resulta de as letras serem muito pequenas e os espaços muito curtos. Foi este o motivo que le levou a dar uma apresentação diferente a este formulário.

O novo lay-out compreende oito folhas que, depois de descarregadas, serão agrafadas. 

Construí uma folha introdutória a servir de capa… Em princípio, acho que ninguém vai pôr obstáculos ao modelo que proponho, já que a lei diz que não existe um modelo obrigatório. E o meu é mais bonitocão com rosa do que o do Diário da República. De modo que, se o funcionário que o (a) atender for antipático, ofereça-lho como se fosse… uma flor.

Quanto ao RENTEV, trata-se da REgisto Nacional do TEstamento Vital. Conforme o local em que se resida, esse Registo lá deve estar para receber, assinar e carimbar o seu Testamento Vital ou DAV.

O Testamento Vital ou DAV tem que ser renovado ao cabo de cada cinco anos.


____________________________________E agora, toca a preencher. __________________________________________________________________


_____________________________________________________________________________folha 2

___________________________________________________ Aqui assinala-se com x  _________________________________________________Diapositivo3

_______________________________________________________________________________ folha 3


__________________________________________________________________________ folha 4

____________________________________________________Aqui_assinala-se com x __________________________________________________


____________________________________________________________________________ folha 5


___________________Aqui assinala-se com x ____________________


________________________________________________________________________________ folha 6


_____________________________________________________________________________ folha 7

Se esteve a ler as várias folhas e tem dúvidas, faça o que se diz nesta última folha: peça conselho ao seu médico de família, ou a outro que costume consultar.  








1 – As Diretivas Antecipadas de Vontade (vontade… de quê?)

Vamos lá ver se nos entendemos.

«Diretivas Antecipadas de Vontade», vulgo «Testamento Vital», são expressões equivalentes. «Vulgo» significa que «Testamento Vital» é uma expressão que usa palavras de cinquenta cêntimos, enquanto para escrever «Directivas  Antecipadas de Vontade» foram empregues palavras de, pelo menos, dois euros.
Linguagem de advogados, políticos e isso assim. Mas ainda se ficassemos a perceber de que é a dita vontade…

Pois foi no Centro de Saúde que frequento que, ao olhar para um dispositivo para postais e folhetos, reparei que havia dois folhetos como o que aqui reproduzo. Bem duvidarei que nem 50% da população que ali vai alguma vez reparou bem do que trata este desdobrável.


É uma questão de ler. Mas a linguagem jurídica é desnecessariamente complicada e, por outro lado, segundo se disse há algum tempo, o nível cultural dos Portugueses vai levar 150 anos a igualar o dos outros países da Europa (I’m sorry, that’s what it is) de maneira que o desbobrável em papel encerado de muitas gramas, impresso a várias cores, precisa de ser explicado.

Esta explicação miudinha, do belo desdobrável em papel encerado, não vo-la ofereço.
É um presente que o Estado português oferece aos Portugueses.
Neste caso, acompanho o poeta de Vila do Conde: «….sei que não vou por aí!»



























Do País do Sol Levante

Je suis abonnée du Correio Internacional. Le numéro de juillet 2018 annonce que le remarquable scientiste japonais Susumu Nishibe a mis fin à sa vie, c’est-à-dire, a commis suicide à 78 ans. Susumu Nishibe était un personnage majeur de la pensée conservatrice japonaise.

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Quem quer viver até aos 100 anos?

Fui de férias, como adivinhasteis. Como foram muitos outros. Levei um livro. Ao contrário, como adivinhareis, da maior parte dos portugueses que não lêem, em suporte algum (papel, PC…) e, por isso, nada compreendem da vida da nação e pouco entendem sobre assuntos tão importantes para o seu próprio e exclusivo umbigo como… o direito de morrer em dignidade, como e quando quiserem. Nem do direito de viver em dignidade cuidam, quanto mais do modo como hão-de morrer! Até que idade disse o avozinho que quer viver?  Até aos 100 anos? Pois então, não sei se já reparasteis, ides ter que enfrentar cada vez mais crises naturais violentas, como noticiou a Visão, há pouco tempo.
Natureza vai fazer-nos passar por « crises muito violentas »
«Os humanos podem destruir a atual civilização, mas nunca o planeta, onde a natureza vai fazer as pessoas passar por « crises muito violentas », até o mundo ser « forçosamente » melhor, no futuro.» A visão é de Eugénio Sequeira, presidente da Liga para a Proteção da Natureza (LPN), que, em entrevista à agência Lusa, a propósito dos 70 anos da LPN, alertou para os perigos das alterações climáticas que o mundo já está a viver. É só o princípio», diz.
Engenheiro agrónomo licenciado pelo Instituto Superior de Agronomia, investigador, especialista em agricultura sustentável, florestas e desertificação, Eugénio Sequeira diz que não gostava de passar pelas alterações climáticas com a família, admite que os netos vão « passar as passas do Algarve » e diz: « vamos dar cabo da nossa civilização, não do planeta ».
Ainda assim, é otimista quando afirma que, no futuro, o mundo terá que ser melhor, que o homem vai ser forçado a encontrar energias não poluentes, soluções para os problemas ambientais de hoje. « Sabemos que vai ser difícil, mas temos capacidade para o fazer ».
Para já, o mundo tem de lidar com as alterações climáticas, as cheias, mas também as secas, a sobre-exploração das águas subterrâneas e a perda de habitats como as zonas húmidas, o excesso de nitratos, as culturas híper intensivas, a poluição das ribeiras e dos oceanos.
Um problema a resolver é «Salvar o montado é salvar todo o sul do país. Se o sul não tiver suporte para defender o montado da seca o deserto chega a Lisboa».
A LPN tem um Centro de Educação Ambiental em Castro Verde onde mostra que é possível aliar progresso e sustentabilidade, através do ciclo sustentável da água, das energias renováveis, do combate à desertificação e defesa da fauna e flora locais. »Fizemos ali o primeiro projeto piloto de combate à desertificação. Porque conseguimos comprar mil hectares e nos nossos terrenos, com restrições de máquinas, passámos de 100 para 2.000 abetardas », uma ave que esteve ameaçada, diz Eugénio Sequeira, lamentando que a falta de dinheiro não permita à LPN fazer o mesmo trabalho na herdade que tem em Vila Nova de Poiares.
(…) Para já é o projeto de Castro Verde que faz brilhar os olhos de Eugénio Sequeira, mas também é a seca no sul do país que lhe enruga a testa. (…)«É preciso chamar as câmaras e os grandes produtores», avisa.
(…) … pensando alto: « Porque é que lutamos pelo lince, pelo abutre, pela abetarda? São mais importantes do que outros que vivem no subsolo? Lutamos, pela necessidade de ter algo visível. Vêm turistas para ver a abetarda, não vêm ver a minhoca. Até nós deturpamos a realidade ».
Mas Eugénio Sequeira, 81 anos, tem ainda assim esperança de que salvar o lince e a águia imperial é possível.»

FAZ MEDO? Não tanto quanto o que, qual Gregório de Pascal Mercier em Train de nuit pour Lisbonne, qualquer humana creatura sente quando o «doutor», com motivo ou tão só suspeição, nos mete em uma cama de clínica ou de hospital: é que é o nosso casoo nosso medo.sintomas-de-cirrose-hepatica_506_l

Nesta notável obra, como epílogo obligé, as seis últimas páginas estão semeadas de alusões às insuficiências que anunciam o fim. De modo que, mesmo que o planeta se salve, e a despeito de que se perca a cultura, cada um tem um nascimento e um fim individuais e não será descabido desde cedo dele se ocupar, como se trata do destino do ouro, do testamento, e isso assim. O que irá dali sair? O melhor, mesmo, é ter tomado as devidas medidas… enquanto tinha saúde e estava lúcido!!!
«(…)Il entrait ce soir en clinique, dit Gregorius. (…) À midi, Doxiades téléphona et lui demanda s’il voulait venir faire une partie d’échecs, ensuite il le conduirait à la clinique. (…) La deuxième partie était terminée, et c’était l’heure. (…) « Et s’ils trouvent quelque chose de grave? demanda Gregorius. Quelque chose où je me perdrai? » (…) En silence, ils roulèrent vers la clinique dans le crepuscule.(…) Devant la clinique, Gregorius se retourna et fit un signe de main. Puis il entra. Quand la porte se ferma derrière lui, la pluie commençait à tomber.» [the end] (op. cit., p. 510)
Na próxima página, vamos ver o que pensa gente avisada, praticamente nos meus antípodas.